




Marina Diamandis (a.k.a. Marina and the Diamonds) nos apresenta seu alterego Electra Heart no pop veloz e juvenil de “Bubblegum Bitch” com a frase “Oh dear diary, we fell apart, welcome to the life of Electra Heart”.
É a garota que ama, sofre, quer ser popular e tira suas conclusões de um turbilhão de sentimentos. A personagem nasce como uma nova proposta nessa aventura sonora da artista.
Dá-se ao luxo de ser categorizada de pop mainstream (“Primadonna”), com as batidas eletrônicas se exaltando por cima dos instrumentos, mantendo a essência e autenticidade nas letras que são um dos pontos altos do material.
Essa nova Marina, diverte-se com composições irônicas (a destruidora de lares de “Homewrecker”), sofre ao revelar seus relacionamentos mal sucedidos (nas dolorosas “Lies” e “Starring Role”) e insiste na busca pela popularidade (“Teen Idle”) para curar as feridas. A inspiração de sua transformação, numa loira fatale, vem da figura de Marilyn Monroe como revela a lúdica “The State of Dreaming”.

Electra Heart peca quando soa mecânico e a consistência das composições não encontram variações, sendo camufladas por uma produção grandiosa e renomada. As melodias são tão incrementadas de efeitos, como sugere “Living Dead” com sua estrutura à la “Sweet Dreams”, do Eurythmics, que a certa altura falta a espontaneidade e desestrutura melódica do trabalho de estreia da cantora.
Clipe de “Primadonna”
É com a faixa de despedida “Fear and Loathing” que Marina para de sofrer com essa crise de identidade – com a produção de Liam Howe, de The Family Jewels – e encontra-se novamente. O que antes era jóia, agora não passa de bijuteria num mercado repleto de variedades.
Dicas de download: “Homewrecker” (áudio), “Lies” (áudio) e “Starring Role” (áudio).







Wolfgang Amadeus Phoenix, o quarto trabalho dos franceses do Phoenix, é um disco pop de primeira. Não desses descartáveis, mas sofisticado. Percebe-se isso nas homenagens a músicos clássicos como Franz Liszt e Mozart.
Junior é o disco mais acessível dos noruegueses Svein Berge e Torbjørn Brundtland, os nomes por trás do 




This Is It & I Am It & You Are It & So Is That & He Is It & She Is It & It Is It & That Is That, de